Campanha 2017 / 2018 foi muito difícil!

Companheiros Vidreiros,

Esse ano a Campanha Salarial foi especialmente difícil.

A mobilização na frente das fábricas, somada ao pulso firme diante das intensas negociações, colaborou para que o Sindicato dos Vidreiros de São Paulo fechasse acordo com a FIESP, o qual garante a renovação da Convenção Coletiva e o reajuste salarial baseado nas perdas da inflação.  A Assembleia realizada em 17 de dezembro ratificou o acordo. A inflação de dezembro de 2016 a novembro de 2017, com base no INPC ficou em 1,94%.

Depois de aprovada a Reforma Trabalhista, os patrões vieram com tudo para retirar direitos. Chegamos ao fim da Campanha, e o resultado apesar de tudo foi razoável. Mas nada temos o que comemorar. Muita luta vem pela frente, nós estamos dispostos e não aceitaremos nenhum direito a menos. Estamos juntos nessa briga!

A situação política e econômica do país continua se agravando, a crise está longe de passar. O desgoverno corrupto de Temer, que é o governo dos patrões sem o menor apoio popular, e que virou presidente para tentar fazer o que banqueiros, multinacionais e grandes empresários nacionais querem: implantar as Reformas Trabalhista e Previdenciária e atacar ainda mais a classe trabalhadora para garantir ainda mais lucros para os ricos.

Leia abaixo e no anexo os pontos principais da Convenção Coletiva 2017 / 2018

 

CONVENÇÃO COLETIVA 2017 / 2018 (Clique no link)

 

● Reajuste Salarial de 1,94% (100% INPC do IBGE - Devendo ser pago da seguinte forma):

- Até o limite de R$ 6.765,57

- Salário acima de R$ 6.765,57 soma-se R$ 131,25.

Piso da categoria

- PISO DE ADMISSÃO por 60 Dias: R$ 1.262,36 (a partir de 01/12/2017) com divisor de 220 horas

    Cálculo sobre 220 horas em dezembro de 2017 ....................................................................... R$ 5,738 (por hora)

- PISO NORMATIVO (EFETIVAÇÃO): R$1.390,80 (a partir de 01/12/2017) com divisor de 220 horas

    Cálculo sobre 220 horas em dezembro de 2017........................................................................ R$ 6,322 (por hora)

- O TETO SALARIAL a partir de 01/12/2017 passa a ser R$ 6.896,82.

 

VEJA COMO FICARAM ALGUMAS CLÁUSULAS DA CONVENÇÃO

    Hora Extra prestadas nas Folgas, domingos, feriados e dias compensados..................................................... 100%

    Hora Extra prestadas em dia normal............................................................................................................... 50%

    Adiantamento de salário................................................................................................................................ 40%

    Adicional Noturno......................................................................................................................................... 30%

    Homologação................................................................................................ Deverão ser efetuadas no Sindicato

    Reembolso Creche.................................. Corresponderá a R$ 1.000,00 (Hum mil reais) por 15 meses após retorno

 

CONVÊNIO MÉDICO

- O valor atualizado do Convênio Médico deverá ser acrescido de 0,3% do salário já reajustado.

- Teto máximo de desconto para qualquer faixa salarial a partir de dezembro de 2017 é R$ 135,00.

- Manutenção do Convênio Médico: no mínimo por 30 dias após a demissão.

 

● COMPENSAÇÃO DE DIAS/HORAS

As empresas poderão estabelecer programa de compensação de dias úteis intercalados entre domingos, feriados, fins de semana e carnaval, de sorte a conceder aos empregados um período de descanso mais prolongado, incluindo o próprio feriado, mediante entendimento direto com a maioria dos empregados dos setores envolvidos, com a respectiva comunicação ao Sindicato dos Trabalhadores, com antecedência mínima de 5 (cinco) dias que precedem a respectiva ponte.

O prazo de vigência estipulado será aquele da presente Convenção Coletiva.

Se no final do prazo estipulado as horas não tiverem sido compensadas, deverão ser pagas como horas extras nos limites estabelecidos na Cláusula 10ª desta Convenção Coletiva.

Por outro lado, se no final do prazo, houver horas a favor da empresa, estas serão desconsideradas para efeitos de compensação.

TABELA DE AUMENTO PROPORCIONAL INCIDENTE SOBRE O SALÁRIO NO MÊS DA ADMISSÃO

- TABELA PARA SALÁRIOS ATÉ R$ 6.765,57 EM 01/12/2017

MÊS % CORREÇÃO
ADMISSÃO 1º-12-2017
● Dezembro – 2016 1,940
● Janeiro – 2017 1,777
● Fevereiro – 2017 1,614
● Março – 2017 1,452
● Abril – 2017 1,289
● Maio – 2017 1,127
● Junho – 2017 0,965
● Julho – 2017 0,804
● Agosto – 2017 0,643
● Setembro – 2017 0,482
● Outubro – 2017 0,321
● Novembro – 2017 0,160

TABELA DE AUMENTO PROPORCIONAL INCIDENTE SOBRE O SALÁRIO NO MÊS DA ADMISSÃO

- TABELA PARA SALÁRIOS ACIMA DE R$ 6.765,57 (SOMAR O VALOR FIXO)

MÊS SOMAR O
VALOR FIXO (R$)
ADMISSÃO 1º-12-2017
● Dezembro – 2016 131,25
● Janeiro – 2017 120,32
● Fevereiro – 2017 109,38
● Março – 2017 98,44
● Abril – 2017 87,50
● Maio – 2017 76,57
● Junho – 2017 65,63
● Julho – 2017 54,69
● Agosto – 2017 43,75
● Setembro – 2017 32,18
● Outubro – 2017 21,88
● Novembro – 2017 10,94

 

A luta contra as Reformas de Temer continua!

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Apesar das greves gerais de 28 de abril e 30 de junho e da ocupação de Brasília em 24 de maio último, os trabalhadores ainda não conseguiram derrubar Temer e suas Reformas Trabalhistas e Previdenciária.

O governo odiado e corrupto de Temer, com menos de 2% de aprovação, não tem nenhuma moral mas insiste em atacar os direitos dos trabalhadores para beneficiar os patrões. Temer acabou de sancionar a Reforma Trabalhista, que foi votada no Senado em 13 de julho. Os trabalhadores não desistirão!

A luta continua até derrubarmos Temer e impedir a implantação da Reforma Trabalhista!

Temer sanciona Reforma Trabalhista e ataques passam a valer em 120 dias. Vamos lutar para revogar!

A sanção da Reforma Trabalhista pelo presidente Michel Temer (PMDB), nesta quinta-feira (13), apenas dois dias depois da aprovação no Senado Federal, revela a pressa do governo em ver implementadas as profundas alterações que a proposta contém. Com a publicação no Diário Oficial da União, as mudanças passam a valer em 120 dias.

As mais de 100 alterações feitas na CLT (veja um resumo na página 3, ao lado) resultarão na mais absoluta precarização das condições de trabalho no país, em vários aspectos, como contratos de trabalho, jornada, salários, normas de saúde e segurança, no acesso à Justiça do Trabalho, entre outros.

Esses corruptos não têm moral para atacar nossos direitos Fruto de reivindicações históricas de organizações empresariais como CNI e Fiesp, a reforma tem o único objetivo de facilitar o aumento da exploração dos trabalhadores brasileiros e garantir mais lucros às empresas em detrimento de um retrocesso sem precedentes nos direitos.

Aliás, foi um Senado majoritariamente formado por senadores corruptos e empresários que aprovou a medida. Levantamento do site Congresso em Foco verificou que dos 50 senadores que votaram a favor do texto, 37 têm participação em empresas privadas.

A essência desta reforma parte da prevalência do negociado sobre o legislado, o que vai abrir caminho para a total insegurança para os trabalhadores e perda de direitos.

A luta dos trabalhadores deve ser pela derrubada integral das Reformas do governo Temer.

Não aceitamos qualquer negociação com esse governo corrupto, pior ainda, que isso se dê em troca do Imposto Sindical ou da criação de qualquer outra contribuição.

Os trabalhadores se mobilizaram no último período e deram demonstração de sua força e de que há disposição para lutar.

Diante desta reforma aprovada a indignação e a revolta são grandes. Todas as Centrais Sindicais devem continuar mobilizadas para cumprir seu efetivo papel de defesa dos direitos dos trabalhadores e retomar o processo de mobilização nas ruas e nos locais de trabalho, para revogar integralmente a Reforma Trabalhista e a lei da terceirização e barrar de vez todos os ataques deste governo e do Congresso Nacional em favor dos patrões.

Nossa Campanha Salarial 2017/2018 começa mais cedo!

Nenhum Direito a menos! Pela Reposição e Aumento Real!

Queremos organizar bem a nossa luta!

Companheiros Vidreiros,

Campanha Salarial 2017/2018 vai pegar fogo! Começará mais cedo para que nos preparemos bem! Vem muita luta pela frente! Teremos mais ataques aos direitos dos trabalhadores.

Nós não aceitaremos nenhum direito a menos e estamos dispostos a lutar unidos!

A situação política e econômica do país está se agravando. O desgoverno corrupto de Temer, que é o governo dos patrões sem o menor apoio popular, que virou presidente para tentar fazer o que banqueiros, multinacionais e grandes empresários nacionais querem: implantar as Reformas Trabalhista e Previdenciária e atacar ainda mais a classe trabalhadora para garantir ainda mais lucros para os ricos.

Por este motivo estamos deflagrando e preparando a campanha com bastante antecedência. Queremos o Sindicato forte e a categoria mobilizada para enfrentar a fúria e a ganância dos patrões! O sindicato realizará assembléias e manifestações nas diversas fábricas da categoria.

A inflação de dezembro de 2016 a junho de 2017, com base no INPC ficou em 1,26 %.

Nossa Pauta de Reivindicações:

  • Reposição integral da inflação e aumento real sem parcelamento.

  • Manutenção integral das cláusulas existentes.

  • Antecipação da nossa database.

  • Valorização do piso da categoria.

  • Não ao banco de horas.

  • Redução da jornada de trabalho sem redução de salários.

A luta é de todos!

28 de abril, greve geral

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É Hora de construir a Greve Geral

É hora de construir a Greve Geral! Se o trabalhador não lutar, a aposentadoria vai acabar! Trabalhar até morrer, tô fora!

Em 15 e31 de março últimos, os trabalhadores demonstraram que não estão dispostos a aceitar as Reformas e ataques do Governo. Mostraram que estão com vontade de lutar. Nesses dias unificados de lutas por todo o Brasil, aconteceram manifestações, atos, paralizações e greves contra Temer e os patrões. A luta está ganhando força, estamos organizando uma grande e forte GREVE GERAL para o próximo 28 de abril, que ponha fim a esse governo e seus planos de miséria e fome para a classe trabalhadora. Nós não aceitaremos calados. Vamos lutar, vamos brigar pela manutenção dos nossos direitos contra esses ataques.

Vamos preparar a Greve Geral para dar uma resposta da Classe Trabalhadora aos patrões e a seu Governo!
Não às Reformas Trabalhista e da Previdência! Fora Temer!

Acesse aqui o Boletim específico do Sindicato dos Vidreiros convocando a GREVE GERAL


Leia abaixo a carta de convocatória da Greve Geral feita unitariamente por todas as Centrais Sindicais:

As centrais sindicais conclamam seus sindicatos filiados para, no dia 28, convocar os trabalhadores a paralisarem suas atividades, como alerta ao governo de que a sociedade e a classe trabalhadora não aceitarão as propostas de reformas da Previdência, Trabalhista e o projeto de Terceirização aprovado pela Câmara, que o governo Temer quer impor ao País.

Em nossa opinião, trata-se do desmonte da Previdência Pública e da retirada dos direitos trabalhistas garantidos pela CLT.

Por isso, conclamamos todos, neste dia, a demonstrarem o seu descontentamento, ajudando a paralisar o Brasil.

São Paulo, 27 de março de 2017.

Adilson Araújo
Presidente da CTB

Antônio Neto
Presidente da CSB

Edson Carneiro (Índio)
Secretário Geral Intersindical

José Calixto Ramos
Presidente da Nova Central

Luiz Carlos Prates (Mancha)
Secretaria Executiva da CSP-Conlutas

Paulo Pereira da Silva (Paulinho)
Presidente da Força Sindical

Ricardo Patah
Presidente da UGT

Ubiraci Dantas de Oliveira (Bira)
Presidente da CGTB

Vagner Freitas
Presidente da CUT

Assembleia 18/12 prepara a luta!

Companheiros (as) da Categoria dos Vidreiros/SP

Campanha Salarial 2016 / 2017

Proposta patronal recusada pela segunda vez!

Assembleia da categoria em 18/12 decide que não aceitamos retirada de direitos e que

vamos preparar a luta!

Na Assembleia Geral da categoria realizada em 23/10 no sindicato e nas assembléias realizadas durante a semana em porta de fábrica foi aprovada por unanimidade a pauta de reivindicações dos trabalhadores para a Campanha Salarial de 2016/2017.

Dentre as reivindicações se exigia a reposição da inflação, um aumento real de 2,5% e a manutenção de todas as Cláusulas Sociais.

Logo na primeira rodada de negociações os patrões propuseram mudar 9 cláusulas e incluir 2 novas cláusulas, uma delas a de Banco de Horas.

Na quarta reunião, ainda que tenham retirado uma das cláusulas novas sugeridas, os patrões insistem em manter a cláusula de Banco de Horas. E, pior, condicionaram a manutenção da Cláusula da Contribuição Retributiva (que há mais de 30 anos faz parte do nossa Convenção) à aceitação da discussão do Banco de Horas pelo Sindicato.

Absurdo!

O Sindicato não se vende, não vende os interesses da classe trabalhadora e nem fará barganha em troca da Contribuição Retributiva!

Na Assembleia de 11/12 e nas assembleias de porta de fábrica que se seguiram, por unanimidade, os trabalhadores recusaram a proposta dos patrões.

A Assembleia de 18/12, em alto e bom som, em coro de “FORA BANCO DE HORAS”, por unanimidade novamente recusou a proposta patronal.

A assembleia aprovou a proposta de reajuste integral de 7,39%, desde que pagos de uma única vez a partir de 01 de dezembro de 2016 (contra a proposta dos patrões de repor a inflação duas vezes: 5,17% em dezembro de 2016 e 2,11% em abril de 2017).

A assembleia repudiou a tentativa de suspender a Contribuição Retributiva, entendendo que se trata de um ataque ao sindicato e a organização dos trabalhadores e se posicionou contra a proposta do Banco de Horas.

VAMOS LUTAR!

Agora é preparar a luta!

Não vamos aceitar nenhum direito a menos! Queremos a reposição integral pagos de uma única vez das perdas salariais!

Unidos e mobilizados nas portas de fábrica podemos vencer!

Todos juntos na luta!

Assembleia Geral da categoria em 18/12

Veja a Proposta patronal que foi reprovada:

• Reajuste salarial: 100% do INPC do IBGE, que no período acumulou 7,39% (sendo 5,17% em dezembro de 2016 e 2,11% em abril de 2017);

• Condicionar a manutenção da Cláusula Retributiva (que há mais de 30 anos consta da nossa Convenção Coletiva) à aceitação da proposta de banco de horas;

Essa proposta foi recusada por unanimidade nas duas assembleias gerais realizadas no sindicato e nas assembleias realizadas em porta de fábrica!!!

Agora é preparar a luta por fábrica!!!

Participe da Assembléia em 11/12

Companheiros (as) da Categoria dos Vidreiros/SP
Campanha Salarial 2016 / 2017
 
ASSEMBLÉIA GERAL 11/12
 
11 de dezembro de 2016 (Domingo) - 10 horas
Local: Av. Rangel Pestana, 1189 - Brás
 
   Em 23 de outubro de 2016 a Assembléia Geral da categoria aprovou uma pauta de reivindicações bastante enxuta, que propunha a manutenção de todas as cláusulas sociais e a discussão somente das clásulas econômicas (dentre elas a reposição das perdas salariais, o aumento real e a valorização do piso).
   O objetivo de negociarmos com uma pauta enxuta era exatamente o de facilitar e agilizar a Campanha Salarial, evitando os transtornos do ano passado quando o encerramento da negociação com os patrões se arrastou demais e se encerrou às vésperas do Natal.
   Acontece que o ínicio das negociações deste ano indicaram que os patrões querem arrastar as conversas da mesma forma que o ano passado. Nas duas rodadas de negociações até agora, não só não avançaram, como surgiram indecentes propostas de retirada de direitos.
   Além disso os patrões propuseram a inclusão de uma cláusula referente ao banco de horas, muito ruim para os vidreiros.
   E, até agora nada avançou na questão do aumento salarial.
   O Sindicato já deixou claro que não discute redução de direito e que queremos que as negociações terminem até no máximo 8 de dezembro.
 
TODOS JUNTOS NA ASSEMBLÉIA!
   Precisamos decidir o que fazer e como vamos continuar nossa luta! Por isso estamos convocando uma Assembléia Geral da categoria!
   É preciso a participação de todos, é muito importante ficarmos unidos para enfrentrarmos os patrões!
   Todos na luta!

Não as Reformas Trabalhistas e Previdenciárias

Não às Reformas Trabalhista e da Previdência!

 

Chega de miséria!

                                    Já são mais de 23 milhões de desempregados no Brasil, formando um exército de pais e mães de famílias desesperados; aumenta o número de pessoas sem ter onde morar, porque não é possível pagar aluguel com o salário que ganham. O custo de vida está altíssimo.

A resposta do Governo Temer à crise econômica só piora a triste situação do povo trabalhador. Temer, junto com esse Congresso corrupto, é o responsável pela aplicação de políticas que atacam os direitos dos trabalhadores e garantem os privilégios da burguesia. Mais uma vez, empresários, banqueiros e governos querem jogar a crise da economia nas costas da classe trabalhadora. Quando a economia cresce, os lucros ficam com as grandes empresas e os bancos. Quando vem a crise, ela é atirada nas costas dos trabalhadores: é sobre nós que recaem o desemprego, a eliminação de direitos, o arrocho dos salários.

Essa crise não é nossa!

                                   Querem que os trabalhadores paguem a conta da crise, para que os ricos fiquem mais ricos e os pobres mais pobres. Tudo isso para continuar pagando as dívidas externa e interna que tiram 50% do orçamento do país para dar para os banqueiros e aos agiotas. Por isso, nenhuma confiança no governo Temer e nesse Congresso controlado por banqueiros, latifundiários e grandes empresários, a serviço dos ricos e poderosos.

O governo acabou de aprovar a PEC 55 que congelou por 20 anos os investimentos em serviços públicos essenciais à população, especialmente nas áreas da Saúde (Sistema Único de Saúde) e Educação (pública e gratuita), até o não reajuste do Salário Mínimo, que atinge especialmente os aposentados.

E, na carona da PEC 55, o Governo Temer quer impor goela a baixo dos trabalhadores uma Reforma da Previdência, cujo principal objetivo é justamente punir quem mais contribuiu com o benefício, garantindo aposentadoria para os trabalhadores somente a partir dos 65 anos.

Pretende ainda uma ampla Reforma Trabalhista, que na prática significa atacar os direitos conquistados pelos trabalhadores na Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) tais como 13º salário, pagamento de horas extras e férias de 30 dias, implementadas há 73 anos. Um dos pontos de maior pressão da atual agenda governamental é a terceirização, que irá beneficiar diretamente os patrões.

Veja mais detalhes das reformas nos links abaixo:

        • Reforma da Previdência: Trabalhar até morrer!

    - A Grande Farsa da Reforma da Previdência!

        • Reforma Trabalhista: Destruir a CLT!

        • É hora de construir a Greve Geral!

Campanha Salarial de 2016/2017 chega ao fim

Na audiência realizada no TRT - Tribunal Regional do Trabalho em 30 de janeiro de 2017, entre os sindicatos dos patrões e dos trabalhadores, as partes chegaram a um acordo e encerraram as negociações da Campanha Salarial de 2016/2017.

O Acordo ficou assim (veja circular anexa):

Cláusula do Reajuste Salarial

Reajuste Salarial de 7,39% (100% do IBGE), a serem pagos da seguinte forma:

1. Aumentar o salário em 5% a partir de 01/12/2016;

2. Em 01/02/2017 aumentar o salário com a diferença que faltar para se atingir 7,39%;

As empresas que não aplicaram nenhum percentual em dezembro de 2016, deverão aplicar 7,39% em 01/02/2017 efetuando o pagamento retroativo referente ao reajuste de 5% (que é devido nos meses de dezembro/2016 e janeiro/2017), com reflexos em todas as verbas trabalhistas, a exemplo de férias, FGTS, décimo terceiro, e também nas verbas pagas aos demitidos no mesmo período. O mesmo reajuste e critérios deverá ser considerado para o piso da categoria.

Demais Cláusulas

O Tribunal determinou a aplicação de multa de 30% para as empresas que descumprirem quaisquer cláusula do acordo firmado, inclusive as cláusulas que foram renovadas, já que são objeto do acordo também.

Ficam integralmente mantidas (com as correções que se fizerem necessárias) as demais Cláusulas da Convenção Coletiva de 2015/2016, exceto a Claúsula 50 (Contribuição Retributiva);

Portanto, ficou suspenso o recolhimento da Contribuição Retributiva em 2017. Ficou excluída também a proposta patronal de Banco de Horas. “Não ao Banco de Horas” é uma decisão de Congresso da categoria e foi ratificada nas duas assembleias da Campanha Salarial e nas assembleias de porta de fábrica. A suspenção da Contribuição Retributiva foi um ataque ao sindicato e a organização dos trabalhadores. Mas, o Sindicato não aceitou transformá-la em moeda de troca para os patrões implantarem o Banco de Horas.

O Sindicato sai de cabeça erguida e com força para continuar lutando pelos interesses dos trabalhadores!

assembleia 18/12

Companheiros (as) da Categoria dos Vidreiros/SP

Campanha Salarial 2016 / 2017

Assembleia recusou proposta!

Patrões propõem reajuste de 7,39%, em duas vezes:

5,17% (em dezembro de 2016) e

2,11% (em junho de 2017)

Nova Assembleia Geral da categoria

em 18/12

A Assembleia Geral da categoria realizada em 11/12 recusou por unanimidade a proposta do Sindicato dos Patrões.

A assembleia aprovou a proposta de reajuste integral de 7,39%, desde que pagos de uma única vez a partir de 01 de dezembro de 2016.

O sindicato vai pedir reabertura das negociações! Por isso nova assembleia está marcada para 18 de dezembro de 2016.

Sua presença, trabalhador, é fundamental!

E, temos ainda pendente a discussão da Contribuição Retributiva, que os patrões condicionaram que fosse feita conjuntamente com a discussão da Cláusula de Banco de Horas. Somente podemos avançar depois dos trabalhadores decidirem e indicarem o caminho.

Agora, você trabalhador - a exemplo dos trabalhadores que participaram da Assembleia Geral de 11/12

- nesta assembleia na fábrica tem também a chance de votar e decidir!

Participe! O seu salário está em jogo!

Veja como foi a negociação:

A diretoria da do Sindicato dos Vidreiros, acompanhada de uma comissão  de trabalhadores, reuniu-se várias vezes com o Sindicato dos Patrões na sede da FIESP para discutir a pauta de reivindicações dos trabalhadores aprovada na assembléia.

Foram quatro reuniões , a última aconteceu em 08/12 (5 feira).

• Cláusulas Sociais

Os patrões pretendiam alterar algumas Claúsulas Sociais da Convenção Coletiva e retirar direitos dos trabalhadores. Veja o que os patrões queriam mudar:

- Salário de substituição: Não pagar substituição nas férias

- Salário admissão: Aumentar o prazo de 45 para 90 dias

- Reembolso creche: Diminuir de R$ 880,00 para R$ 440,00

O sindicato bateu forte e garantiu todas as claúsulas sociais, mantendo-as como estão, e impedindo que houvesse ataque aos nossos direitos.

Importante: Não houve mudança na Claúsula referente aos empregados em via de se aposentar.

• Cláusulas Econômicas

Veja as propostas que os patrões apresentaram:

1. Reajuste Salarial

Reposição integral da inflação, que foi de 7,39% (INPC), com o pagamento dividido em duas vezes:

- 5,17% em dezembro de 2016

- 2,11% em junho de 2017

Você vai aceitar isso???

2. Adicional noturno

Os patrões queriam diminuir de 30% para 20%. O sindicato garantiu que ficasse mantido em 30%.

3. Piso da categoria

O Piso será reajustado pelo mesmo percentual da categoria, o mesmo será para os tarefeiros.

4. Teto salarial

Os patrões querem manter o teto em R$ 6.300,00. O sindicato quer reajuste!

5. Demais reivindicações

    As das diárias, da alimentação e convênio médico estão resolvidas.

Vidreiros Sp

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