
O Sindicato dos Vidreiros e Vidreiras realizou, na sexta-feira, 28 de agosto, na sede da CUT, no centro de São Paulo, o Seminário de Planejamento da Campanha Salarial 2026-2027. A atividade reuniu toda a diretoria da entidade em um importante momento de organização, formação e preparação para a luta que será travada nos próximos meses.
O seminário teve papel fundamental na construção da Campanha. Foi durante o encontro que foram discutidas e definidas as principais estratégias de mobilização, o calendário das assembleias itinerantes nas portas das fábricas e as questões jurídicas que envolvem as negociações. A preparação é essencial para que o Sindicato esteja organizado e fortalecido para enfrentar os sindicatos patronais e defender os interesses da categoria.
A Campanha Salarial 2026-2027 terá como prioridades a melhoria dos salários, o fim da escala 6×1, com redução da jornada sem redução salarial, e o combate à tentativa de implantação do banco de horas, que representa perda de direitos e prejuízos para os trabalhadores.
O encontro contou ainda com a participação da equipe do Carmo & Soldi Advogados, escritório que passa a responder pela área jurídica do Sindicato, além de importantes lideranças políticas e sindicais. Estiveram presentes Raimundo Suzart, presidente da CUT São Paulo; Claudio Batista, presidente do Sindicato dos Metalúrgicos de Taubaté e Região; Marco Antônio Rubio, presidente do Sindicato dos Vidreiros de Campinas e Região; Geralcino Teixeira, presidente da CNQ-CUT; Ivonete Pereira, presidenta da Associação dos Aposentados Vidreiros; Osvaldo Bezerra, o Pipoka, secretário de Mobilização da CUT-SP; Professor Douglas Izzo; Sirlene Maciel, co-deputada da Bancada Feminista; José Carlos Miranda; Paulo Cayres; e Renato Zulato e Ariovaldo de Camargo, dirigentes da CUT Brasil; além de representantes da Fetquim-CUT/SP e do Sindicato dos Ceramistas de Pedreira.
Agora, a tarefa é levar o planejamento para as portas das fábricas. O Sindicato vai ouvir a categoria, discutir as reivindicações e construir, junto com os trabalhadores e trabalhadoras, uma pauta forte para enfrentar as negociações. A Campanha começa organizada, mas sua força estará na mobilização de toda a categoria.

