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Manifestações do 14J

O dia 14 de Junho foi marcado por manifestações em quase 200 cidades e paralisações acontecendo em mais de 100 cidades. Segundo o mapa feito pela Central Única dos Trabalhadores, CUT, houve mais de 380 pontos de protesto pelo país.

 A unidade entre as Centrais Sindicais, os movimentos estudantis e populares, além de outras entidades garantiu que houvesse paralisações e manifestações em todos os estados e no Distrito Federal.

 A unidade dos trabalhadores com os movimentos sociais, representados principalmente pelo MTST e o MST, garantiu importantes interrupções de vias de circulação em vários locais, aumentando a visibilidade dos protestos e manifestações junto à população.

 Assim como nos atos de 15 de maio e 30 de maio, os movimentos de profissionais da educação e da juventude tomaram a frente dos protestos.

 Houve uma expressiva greve na rede básica em diversas cidades e junto aos trabalhadores da educação federal.

mapa 14j

Mapa das manifestações do 14J divulgado pela CUT

 A construção desse dia 14 de Junho em unidade da classe trabalhadora com os movimentos sociais e a juventude foi um avanço importante nas lutas contra os ataques do atual governo federal.

 Para derrotarmos a proposta de reforma da previdência e outros ataques impostos pelo governo de Bolsonaro é determinante que sigamos fortalecendo a unidade e construindo conjuntamente fortes mobilizações.

 

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A importância da sindicalização hoje

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A classe trabalhadora vem enfrentando uma serie de retirada de direitos e ataques às organizações sindicais. A reforma trabalhista de Temer em 2017 trouxe a precarização e enfraqueceu o poder de negociação dos trabalhadores junto aos patrões.

Houve mudanças significativas nas regras para processos contra danos morais, direito ao seguro desemprego, vale transporte e a contribuição sindical, que deixando de ser obrigatória enfraquece o poder de mobilização dos sindicatos junto aos trabalhadores.

A atual proposta de reforma da previdência vem seguindo no mesmo plano de precarização da vida do trabalhador e retirada de direitos. Somente através da luta organizada dos trabalhadores conseguiremos manter nossos direitos conquistados através de tantos anos de luta

Para manter a categoria forte é essencial que os trabalhadores se unam e fortaleçam seu sindicato. Construa seu sindicato, seja sócio e participe ativamente da organização legítima de defesa dos direitos da sua categoria.

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Agora você pode se comunicar instantaneamente com o sindicato, enviar dúvidas, sugestões, denúncias e solicitar informações. Salve esse número na sua lista de contatos! (11) 3312-7778

 

 

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"Não negociamos retirada de direitos", diz presidente da CUT

Em coletiva antes do ato na Avenida Paulista nesta sexta-feira (10), os mais de 60 movimentos que compõem as frentes Brasil Popular e Povo Sem Medo falaram sobre os riscos do golpe em curso no Brasil e o que isso representa na retirada de direitos trabalhistas e sociais conquistados principalmente nos últimos 13 anos, nos governos Lula e Dilma.