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Benefícios aos associados

A luta dos trabalhadores organizados sempre foi a responsável pelas conquistas e manutenção de direitos trabalhistas. Fortalecer a categoria e organizar a defesa dos direitos dos trabalhadores vidreiros sempre foi a principal missão do nosso sindicato, que existe a mais de 85 anos como ferramenta legítima de organização da nossa classe.

Além de lutar pelos direitos de todos os trabalhadores vidreiros, o sindicato disponibiliza alguns serviços para os trabalhadores associados:

Colônia de férias – Praia Grande

São 32 apartamentos à disposição dos associados e dependentes, a 200 metros da praia, com refeitório, área de recreação e amplo auditório para eventos.

Sítio dos Vidreiros

Localizado em Bom Jesus dos Perdões, próximo a Nazaré Paulista. Possui uma grande área verde, além de salão de festas, churrasqueira, trilha para caminhada, piscinas para adultos e crianças, campo de futebol society e salão de jogos.

SÓCIO, Leve sempre a sua carteirinha quando for à colônia ou ao sítio

Médico do trabalho e dentista

O Sindicato disponibiliza aos associados consultas com médico do trabalho, todas as terças-feiras, das 10h às 12h na sede central do sindicato. Os Associados também contam com atendimento odontológico na sede, as segundas e quartas durante todo o dia e as terças no período da manhã. Para mais informações ou agendar sua consulta entre em contato pelo telefone 3312-7777.

Departamento jurídico

A Secretaria de Assuntos Jurídicos do Sindicato está à disposição dos associados para causas trabalhistas e acidentárias. Os atendimentos acontecem tanto na sede central no Brás como nas subsedes:

Sede - Terças-feiras das 10h ás 12h

Subsede Ferraz de Vasconcelos – Quartas-feiras a cada 15 dias, das 9h às 11h

Subsede São Bernardo do Campo – Quintas-feiras a cada 15 dias, das 15h às 17h

Subsede São José dos Campos – Sextas-feiras a cada 15 dias, das 14h às 16h

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Marcha das Margaridas 2019

Mais de 100 mil mulheres participaram da sexta edição da Marcha das Margaridas, no dia 14 de agosto, em Brasília. Trabalhadoras de todo país se uniram às mulheres do campo, da floresta e das águas levando a capital uma pauta de reivindicação estruturada em quatro eixos políticos de luta:

  1. Por terra, água e ecologia;
  2. Pela autodeterminação dos povos, com soberania alimentar energética;
  3. Pela proteção e conservação da sociobiodiversidade e acesso aos bens comuns;
  4. Por autonomia econômica, trabalho e renda.

As Margaridas, que se concentraram em Brasília desde o dia anterior, saíram às 7h do Pavilhão de Exposições do Parque da Cidade e marcharam cerca de seis quilômetros até o Congresso Nacional. A manifestação foi ali encerrada com ato político das mulheres. A marcha e o ato político foram conduzidos ao som de cantos e palavras de ordem exigindo democracia, justiça, igualdade e o fim da violência. As bandeiras pela liberdade do ex-presidente Lula e contra o governo de Jair Bolsonaro também foram constantemente levantadas.

O ex-presidente Lula, em carta lida pelo ex-ministro da Educação, Fernando Haddad, saudou a manifestação dizendo: “as Margaridas chegaram, e eles não têm como deter a primavera”.

O atual governo federal não recebeu as manifestantes, diferente do que aconteceu nas últimas edições da Marcha. A equipe de Bolsonaro não acenou no sentido de conhecer as reivindicações das Margaridas, nem mencionou a ação em suas mídias e redes sociais.

 

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Marcha das Margaridas levará 100 mil mulheres à Brasília

Desde 2000, a cada quatro anos, camponesas de todos os estados marcham inspiradas pela história de Margarida Maria Alves, liderança assassinada por defender os direitos de trabalhadoras e trabalhadores rurais. Desde o seu surgimento, a Marcha vem se construindo como a maior e mais efetiva ação de luta das mulheres do campo, da floresta e das águas, contra a exploração, a dominação e todas as formas de violência e em favor de igualdade, autonomia e liberdade para as mulheres.

Neste ano a sexta edição da marcha acontecerá nos dias 13 e 14 de agosto, e levará à capital federal as propostas de quem produz comida sem veneno para nossa população. Somos uma potência agroambiental graças a milhões de margaridas que produzem alimentos saudáveis para nossas cidades, garantindo a soberania alimentar e a preservação de nossas sementes crioulas, dos ecossistemas e da biodiversidade.

Nos encontraremos para juntas resistir aos retrocessos sociais, exigir o fim do racismo e da violência contra as mulheres, defender os direitos humanos e o meio ambiente. Somos todas margaridas!

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Mulheres - Diretoras chamam vidreiras à luta

As mulheres ainda são inferiorizadas no trabalho, embora a Constituição assegure igualdade com os homens. Somos contratadas por salários menores que os pagos aos companheiros, os patrões nos fazem exigências absurdas por ocasião da admissão, até exames de gravidez. O tratamento que nos dispensam durante o trabalho é de caráter discriminatório, chegando até a controlarem o nosso tempo no banheiro. Sofremos pressão, discriminação e violação da lei e nos mantemos caladas, muitas vezes por receio de perdermos o emprego. No fundo, o que nos falta para garantirmos que nossos direitos sejam respeitados são organização e conscientização como classe lutadora.

Somos parte importante da classe trabalhadora, e sem nossa participação, nenhuma luta conseguirá ter o êxito desejado.

Como diretoras do sindicato, estamos lançando esse apelo às companheiras do setor:

Mulher vidreira sindicalize-se e participe conosco da luta contra a opressão!

 

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A importância da sindicalização hoje

SINDICALIZE-SE

FORTALEÇA A SUA CATEGORIA FORTALECENDO O SINDICATO

A classe trabalhadora vem enfrentando uma serie de retirada de direitos e ataques às organizações sindicais. A reforma trabalhista de Temer em 2017 trouxe a precarização e enfraqueceu o poder de negociação dos trabalhadores junto aos patrões.

Houve mudanças significativas nas regras para processos contra danos morais, direito ao seguro desemprego, vale transporte e a contribuição sindical, que deixando de ser obrigatória enfraquece o poder de mobilização dos sindicatos junto aos trabalhadores.

A atual proposta de reforma da previdência vem seguindo no mesmo plano de precarização da vida do trabalhador e retirada de direitos. Somente através da luta organizada dos trabalhadores conseguiremos manter nossos direitos conquistados através de tantos anos de luta

Para manter a categoria forte é essencial que os trabalhadores se unam e fortaleçam seu sindicato. Construa seu sindicato, seja sócio e participe ativamente da organização legítima de defesa dos direitos da sua categoria.

sindicato

Adicione o Sindicato no Whatsapp!

Agora você pode se comunicar instantaneamente com o sindicato, enviar dúvidas, sugestões, denúncias e solicitar informações. Salve esse número na sua lista de contatos! (11) 3312-7778

 

 

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Vaza Jato

A agência de notícias Intercept Brasil tem divulgado uma série de matérias sobre conversas entre participantes da operação Lava Jato da Policia Federal. Os primeiros vazamentos já mostraram o caráter duvidoso da investigação quando divulgaram mensagens entre o ex-juiz da operação e atual Ministro da Justiça, Sérgio Moro, e o procurador Deltan Dallagnol. Nessas mensagens o Juiz orientava o procurador sobre como proceder na acusação, ação ilegal para um juiz.

Conversas seguintes revelaram violações de ética por parte do Juiz Sergio Moro e imparcialidade na conduta da operação. As matérias seguem sendo divulgadas e demonstrando cada vez mais a ilegalidade do processo que levou a prisão de Lula.

O ex-presidente é um preso político, que teve sua candidatura presidencial impedida por intervenção da Lava-Jato.

 

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Manifestações do 14J

O dia 14 de Junho foi marcado por manifestações em quase 200 cidades e paralisações acontecendo em mais de 100 cidades. Segundo o mapa feito pela Central Única dos Trabalhadores, CUT, houve mais de 380 pontos de protesto pelo país.

 A unidade entre as Centrais Sindicais, os movimentos estudantis e populares, além de outras entidades garantiu que houvesse paralisações e manifestações em todos os estados e no Distrito Federal.

 A unidade dos trabalhadores com os movimentos sociais, representados principalmente pelo MTST e o MST, garantiu importantes interrupções de vias de circulação em vários locais, aumentando a visibilidade dos protestos e manifestações junto à população.

 Assim como nos atos de 15 de maio e 30 de maio, os movimentos de profissionais da educação e da juventude tomaram a frente dos protestos.

 Houve uma expressiva greve na rede básica em diversas cidades e junto aos trabalhadores da educação federal.

mapa 14j

Mapa das manifestações do 14J divulgado pela CUT

 A construção desse dia 14 de Junho em unidade da classe trabalhadora com os movimentos sociais e a juventude foi um avanço importante nas lutas contra os ataques do atual governo federal.

 Para derrotarmos a proposta de reforma da previdência e outros ataques impostos pelo governo de Bolsonaro é determinante que sigamos fortalecendo a unidade e construindo conjuntamente fortes mobilizações.

 

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"Não negociamos retirada de direitos", diz presidente da CUT

Em coletiva antes do ato na Avenida Paulista nesta sexta-feira (10), os mais de 60 movimentos que compõem as frentes Brasil Popular e Povo Sem Medo falaram sobre os riscos do golpe em curso no Brasil e o que isso representa na retirada de direitos trabalhistas e sociais conquistados principalmente nos últimos 13 anos, nos governos Lula e Dilma.